Aromatizantes – Parte 1.



Aromatizantes – Parte 1.


Qual a diferença entre os sabores naturais e artificiais?


Gosto e sabor não são a mesma coisa, embora os dois são freqüentemente confundidos.


O sabor é como percebemos alimentos e outras substâncias com base em uma combinação de sentidos, que incluem paladar, tato e olfato (tanto quanto 80% do que nós percebemos como gosto na verdade vem de cheiro)


Além disso, a ideia de que há uma diferença entre produtos químicos “naturais”, como aqueles encontrados em frutas e legumes, e a versão sintética desses produtos químicos.


Todos os alimentos (e tudo o mais que nos rodeia) são feitos de produtos químicos, se ocorrem na natureza ou são feitos em um laboratório. Isso significa que tudo o que cheiro ou gosto é uma resposta a produtos químicos.


O cheiro característico de cravo, por exemplo, vem de um produto químico chamado eugenol. E canela, que é apenas o interior cascas secas de árvores específicas, recebe o seu aroma e sabor do composto cinamaldeido.


Então, sabores, tanto artificiais e naturais contêm produtos químicos. A distinção entre os aromas naturais e artificiais é a fonte de produtos químicos.


Aromas naturais são criados a partir de qualquer coisa que possa ser comido (animais e vegetais i.e.), mesmo que essas coisas comestíveis são processados no laboratório para criar aromas.


Aqui está a definição oficial do FDA de aromatizante natural:


Sabor natural é o óleo essencial, oleorresina, essência ou extractiva, hidrolisado de proteínas, de destilado ou qualquer produto de torrefação, aquecimento ou enzimólise, que contém os constituintes aromatizantes derivados de uma especiaria, fruta ou suco de frutas, vegetais ou suco de vegetais, comestível levedura, erva, casca, raiz, raiz, folha ou material vegetal semelhante, carnes, frutos do mar, aves, ovos, produtos lácteos, ou produtos de fermentação dos mesmos, cuja função significativa nos alimentos é aromatizantes em vez de nutricional .


A definição de um sabor artificial do FDA é qualquer substância que não atendem à definição de um sabor natural.


Aromatizantes é algo que dá sabor; uma substância ou preparação usado para dar um determinado sabor à comida ou bebida


É uma substância ou mistura de substâncias com propriedades aromáticas e/ou sápidas, capaz de conferir ou reforçar o aroma e/ou o sabor dos alimentos.



Aromatizantes - E600 a E699aditivos.


Os aditivos aromatizantes intensificam o sabor original e/ou o aroma dos alimentos.

Podem ser:

Naturais: extraídos diretamente de vegetais, geralmente sob a forma de óleos.

Artificiais: produzidos sinteticamente, tendo uma estrutura química não encontrada na natureza.


Idênticos aos naturais: produzidos sinteticamente e com uma estruturação química igual ao composto natural.


Naturais reforçados: aromatizantes naturais aos quais são adicionadas substâncias sintéticas.


Os aromatizantes artificiais são mais usados por serem mais baratos que os naturais, tendo uma vasta utilização em diversos tipos de alimento, especialmente doces.



Aromatizantes conferem aroma ao alimento.


Aromatizantes são meios artificiais de reproduzir cheiros, os corantes são formas artificiais de mudar de cor, por exemplo, suco utiliza corantes e aromatizantes, pó seja o suco a grosso modo é agua mais açúcar mais aromatizante (gosto artificial de uva) mais corante artificial roxo, que nos da uma semelhança com o suco natural.


Aromatizantes autorizados.


Os aromatizantes utilizados nos gêneros alimentícios são obrigatoriamente mencionados no rótulo dos produtos que os contêm.


Os aromatizantes utilizados nos alimentos e as respectivas condições de utilização são definidos a nível europeu.


O aromatizante tem por função dar gosto e cheiro aos alimentos industrializados, realçando o sabor e o aroma. Ou seja, fazem com que os alimentos industrializados fiquem mais parecidos com os produtos naturais, ajudando na aceitação do produto pelo consumidor.



Segundo a ANVISA os aromas são classificados em duas categorias: os naturais e os sintéticos.


Os aromas naturais “são obtidos exclusivamente por métodos físicos, microbiológicos ou enzimáticos, a partir de matérias-primas de origem animal ou vegetal, em seu estado natural ou após: torrefação, cocção, fermentação, enriquecimento, tratamento enzimático ou outros”.


Os aromas sintéticos, “são compostos quimicamente obtidos por processos químicos”, sendo: os aromatizantes idênticos aos naturais e os aromatizantes artificiais.


Os aromas idênticos aos naturais são substâncias quimicamente obtidas por síntese ou processos químicos a partir de matérias-primas de origem animal, vegetal ou microbiana que apresentam uma estrutura química idêntica às substâncias presentes nas referidas matérias-primas naturais (processadas ou não)”.


Os aromas artificiais “são os compostos químicos obtidos por síntese, que ainda não tenham sido identificados em produtos de origem animal, vegetal ou microbiana, utilizados em seu estado primário ou preparados para o consumo humano”.


Segundo a ANVISA, é obrigatória a indicação do uso de aroma na rotulagem dos alimentos que utilizem.


E como que funciona esta indicação?


Se o AROMA utilizado é para DEFINIR ou CONFERIR SABOR a um alimento e for: (não existe ingrediente que dá o sabor, só haverá o aroma).


NATURAL, este deverá aparecer no nome do produto como SABOR bláblá e ainda constar no painel principal (frente principal do alimento, que fica exposta na prateleira do mercado para o consumidor ver) a descrição CONTÉM AROMATIZANTE.


Ex.: aroma natural de abacaxi / Produto: Gelatina Sabor Abacaxi / Painel Principal: Contém aromatizante.


ARTIFICIAL, este deverá aparecer no nome do produto como SABOR ARTIFICIAL DE bláblá e constar no painel principal a descrição AROMATIZADO ARTIFICIALMENTE.


Ex.: aroma artificial de abacaxi / Produto: Gelatina Sabor Artificial de Abacaxi / Painel Principal: Aromatizado artificialmente.


IDÊNTICO AO NATURAL deverá aparecer no nome do produto como SABOR bláblá e no painel principal a descrição CONTÉM AROMATIZANTE SINTÉTICO IDÊNTICO AO NATURAL.


Ex.: aroma idêntico ao natural de abacaxi / Produto: Gelatina Sabor Abacaxi / Painel Principal: Contém aromatizante sintético idêntico ao natural.


Se o AROMA utilizado é para REFORÇAR ou RECONSTITUIR SABOR a um alimento e for: (nesse caso existe o ingrediente que dá o sabor)


NATURAL, deverá aparecer no nome do produto e constar no painel principal a descrição CONTÉM AROMATIZANTE. Ex.: aroma natural de abacaxi / Produto: Picolé de Abacaxi / Painel Principal: Contém aromatizante.


ARTIFICIAL, deverá aparecer no nome do produto e constar no painel principal a descrição AROMATIZADO ARTIFICIALMENTE. Ex.: aroma artificial de abacaxi / Produto: Picolé de Abacaxi / Painel Principal: Aromatizado artificialmente.



IDÊNTICO AO NATURAL deverá aparecer no nome do produto e no painel principal a descrição CONTÉM AROMATIZANTE SINTÉTICO IDÊNTICO AO NATURAL.
Ex.: aroma idêntico ao natural de abacaxi / naturais e os sintéticos Picolé de Abacaxi / Painel Principal: Contém aromatizante sintético idêntico ao natural.



Se o AROMA utilizado é para CONFERIR UM SABOR NÃO ESPECÍFICO a um alimento, a indicação do uso de aroma deve constar na lista de ingredientes apenas.



Aromatizantes em Alimentos.


Os aromas sempre estiveram ligados a nossa história, porém suas aplicações variaram através dos séculos. Nos primórdios da civilização, quando tinham, por exemplo, a função de verificar se um alimento não estava estragado ou diferenciar plantas nocivas das comestíveis, estava ligados à sobrevivência.


 Óleos, incensos e perfumes são descritos por quase todas as antigas civilizações tanto na cosmética quanto para os ritos mágicos ou religiosos.


Na perfumaria do início do século passado, as fragrâncias buscavam luxo e sensualidade.


Com o desenvolvimento tecnológico, com destaque para a área de alimentos, uma nova função tem crescido em importância: aromas que se destinam a melhorar a qualidade sensorial dos alimentos.


Grande parte do sabor de um alimento é diretamente influenciado pelo seu aroma e em meio a uma grande quantidade de opções e novos alimentos surgindo no mercado, são as características diferenciais que vão garantir a aceitação do produto pelo consumidor.


E é exatamente sobre este aspecto que desenvolveremos nossa abordagem.


A crescente necessidade de alimento para milhões de pessoas vem dinamizando os setores direta e indiretamente ligados à produção de alimentos, com o objetivo de aumentar sua quantidade no mercado mantendo seus padrões de qualidade e retornando devidamente os lucros para seus produtores.


Além da inovação em equipamentos, a indústria alimentícia tem utilizado aditivos em cada vez maior frequência, com a finalidade de impedir alterações, manter, conferir ou intensificar seu aroma, cor e sabor e modificar ou manter seu estado físico geral.


Os aditivos utilizados em alimentos dividem-se em diversas classes. Entre elas, os aromatizantes possuem especial importância por conferirem propriedades organolépticas que caracterizam cada sabor e aroma dos mais diversos produtos.


A maior parte dos alimentos consumidos contém, em sua composição, substâncias aromáticas no seu estado in natura, ou outras formadas através da preparação ou cocção do alimento.


A necessidade de se usar aromatizante como aditivos intencionais (ou seja, aqueles que são adicionados propositalmente no alimento), pode ser justificada afirmando-se que os alimentos devem ser consumidos dentro de uma dieta racional e equilibrada, lembrando sempre que os aromas determinam a aceitação ou não de um alimento.


O uso dos aromas é diferente do uso dos demais aditivos, já que ao contrário destes, precisam ser notados pelo consumidor, pois são responsáveis pela caracterização do sabor do produto a ser ingerido.


Seu emprego também está diretamente ligado ao prazer de comer e beber, satisfazendo os paladares mais requintados ou contribuindo para a ingestão de alimentos de alto valor nutritivo, porém, de sabor não muito atrativo.


Segundo Oliveira (1990), a aceitabilidade e, consequentemente, o valor nutricional, tem relação direta com o qualidade do sabor e sua variedade.


Por estas razões os condimentos e aromatizantes estão situados no mesmo nível de importância que os macro nutrientes (proteínas, gordura, carboidratos) e micronutrientes (vitaminas e minerais), devendo ser encarados como componentes essenciais da alimentação humana.


Os consumidores estão cada vez mais conscientes e interessados em produtos saudáveis, porém sem desprezar o aspecto organoléptico que dever ser característico e padronizado.


Diversas indústrias utilizam aromas na fabricação de seus produtos, tais como:


Laticínios: leite, iogurtes líquidos, flans, pudins, etc.
Confeitaria: doces, balas, bolos, biscoitos, goma de mascar.
Culinária: sopas mistura para sopas, caldos, consumes, snacks, doces e salgados
Bebidas: refrescos, refrigerantes, pós para refrescos e bebidas em geral
Carnes: embutidos em geral, produtos processados
Tabacos: cigarros, filtros, tabaco para cachimbo
Farmacêutica: pastilhas, efervescentes, xaropes
Higiene bucal: enxagüatórios, dentifrícios
Cosmética: batons, brilhos labiais, xampus, etc.

Continue lendo essa matéria em Aromatizantes - Parte 2.


Gostou desse conteúdo?

deixe seu like e comente suas dúvidas e sugestões!

#AditivosQuímicos

 


Atias Química Matriz

Rua da Consolação, 293 2º andar - Centro
CEP- 01301-000 São Paulo – SP

Central de Atendimento - (11)3122-3222

Acesse nosso site para saber mais – https://atias.com.br

Dióxido de Silício - O que é? Para que serve?



Dióxido de Silício - O que é? Para que serve?



O composto químico dióxido de silício, também conhecido como sílica, é o óxido de silício cuja fórmula química é SiO2. Em seu estado natural, pode ser encontrado em diversas formas diferentes. Possui 17 formas cristalinas distintas, entre elas o quartzo, o topázio e a ametista.


A sílica é o principal componente da areia e a principal matéria prima para o vidro. Também é usado na fabricação de cimento.


É um dos óxidos mais abundantes na crosta terrestre. Ocorre na forma de pedra, areia, quartzo, etc.


A sílica fundida é produzida em fornos de arco, de plasma ou outros tipos. Pode ter pureza de até 99,9% de SiO2. Usada principalmente na indústria eletro-eletrônica.


É matéria-prima básica para a produção de vidro. Misturada com cal e carbonato de sódio produz os vidros comuns para janelas, garrafas, lâmpadas, etc. (a maior parte dos vidros planos é fabricada pela deposição em uma cuba com estanho fundido sob atmosfera controlada).


Com óxido de boro, produz vidros resistentes a altas temperaturas e choques térmicos, conhecidos pelo nome comercial pirex. A sílica fundida de alta pureza, por sua vez, pode ser usada para vidros de alta resistência térmica e mecânica (usados em naves espaciais).


A areia é extensamente usada como agregado na construção civil, bem como na indústria de fundição, refratários, etc.


O quartzo tem propriedades piezolétricas e, por isso, é bastante empregado em componentes eletrônicos que fazem uso deste fenômeno.


O dióxido de silício tem várias aplicações industriais, assim como a de aditivo na indústria alimentar, aparece na lista de aditivos alimentares como E-551.

A sua função é atuar como agente antiaglomerante, antiespumante, controlador da viscosidade, dessecante, clarificador de bebidas e como excipiente de medicamentos e vitaminas.

Devido à sua insolubilidade em água, o dióxido de silício tem pouca disponibilidade biológica e não se considera fonte de silício. O silício que se encontra em outras formas de silício mais solúveis, contribui à formação e manutenção dos ossos e da cartilagem.



Gostou desse conteúdo?

deixe seu like e comente suas dúvidas e sugestões!

#AditivosQuímicos


Atias Química Matriz

Rua da Consolação, 293 2º andar - Centro
CEP- 01301-000 São Paulo – SP

Central de Atendimento - (11)3122-3222

Acesse nosso site para saber mais – https://atias.com.br

Dióxido de Silício.



Dióxido de Silício.

 

Para começarmos 2019 com força total temos o DIOXIDO DE SILÍCIO (NEOSYL LTG/ SÍLICA), o produto é fabricado pela PQ Corporation que é um fabricante americano entre os maiores do mundo e atualmente nosso mais novo parceiro.


O Dióxido de Silício / Sílica é utilizado para dar fluidez e anti-umectante para produtos em pó e em pasta e evita empedramento ou empacotamento do produto final; como por exemplo:


Sucos em pó, achocolatado em pó, temperos em pó ou pasta e até em alguns produtos sólidos como bolachas e bolos.


Também é um modificador de reologia que significa que ele ajuda a dar estabilidade em uma mistura e evita que separe e forme duas ou mais fazes pois coopera para uma melhor suspensão coloidal e é utilizado principalmente em sucos, chás e achocolatados prontos, bem como em balas de goma, chicletes e inúmeros outros produtos que consumimos diariamente.



Gostou desse conteúdo?

deixe seu like e comente suas dúvidas e sugestões!

#AditivosQuímicos
#DióxidodeSilício


Atias Química Matriz

Rua da Consolação, 293 2º andar - Centro
CEP- 01301-000 São Paulo – SP

Central de Atendimento - (11)3122-3222

Acesse nosso site para saber mais – https://atias.com.br



Ácido Sórbico - O que é? Para que serve?



Ácido Sórbico - O que é? Para que serve?

 

O ácido sórbico é um composto orgânico que, na lista da Anvisa, aparece na categoria de conservante, podendo ser usado na dosagem de 0,02 g por 100 g de carne.

O que lhe confere o atributo de conservante é sua propriedade antimicrobiana, útil em alimentos como margarinas, cremes, sucos de frutas, doces, enlatados em geral, pães, embutidos e carnes, preservando, neste último, a cor vermelha.

O ácido sórbico é também utilizado nas indústrias farmacêutica (medicamentos, especialmente antifúngicos, cosméticos e cremes dentais) e química (na produção de látex, tabaco, papel, rações animais e fungicidas agrícolas).

O ácido sórbico é um forte inibidor de mofo, leveduras e bolor, mas não tão eficaz em inibir bactérias.

Evita o crescimento de bactérias em produtos como o salame, e outros embutidos.
Nos Estados Unidos, para aplicações alimentícias, o ácido sórbico tem a designação de “reconhecido geralmente como seguro”, do FDA, órgão responsável pelo controle dos alimentos no país. “Não há evidência nas informações disponíveis sobre o ácido sórbico, que demonstre ou sugira base razoável para suspeitas ou perigo ao público quando usado nos níveis atuais”, conclui o relatório do FDA.
Gostou desse conteúdo?

deixe seu like e comente suas dúvidas e sugestões!

#AditivosQuímicos

 


Atias Química Matriz

Rua da Consolação, 293 2º andar - Centro
CEP- 01301-000 São Paulo – SP

Central de Atendimento - (11)3122-3222

Acesse nosso site para saber mais – https://atias.com.br

Ácido Fosfórico - O que é? Para que serve?



Ácido Fosfórico - O que é? Para que serve?

 

O ácido fosfórico (H3PO4) também é denominado de ácido ortofosfórico e pelos nomes usuais ortofosfato de hidrogênio e fosfato de hidrogênio.
Geralmente, o ácido fosfórico é encontrado na indústria  na sua forma líquida viscosa, que é esse ácido misturado com água em cerca de 90% dele em massa.
Ele é um ácido considerado semiforte, pois o seu grau de ionização, isto é, a porcentagem de seus hidrogênios que efetivamente sofrem ionização em solução aquosa a 18ºC é de 27%.

Uma das principais utilizações do H3PO4, o ácido fosfórico é eficaz em proteger as superfícies metálicas cromadas, porque ele reage com o cromo gerando o fosfato de crômio, que é uma camada protetora.

Na indústria, esse ácido é usado para fabricar vidro, na tinturaria, na fabricação de fosfatos e superfosfatos usados como fertilizantes, nas indústrias alimentícias e farmacêuticas.

O H3PO4 pode ser produzido a partir do fósforo ou da apatita, mas o Brasil ainda não realiza a sua produção tendo o fósforo como matéria-prima. Devido a isso, as empresas brasileiras que produzem compostos orgânicos do fósforo, como as farmacêuticas e de adubos, têm uma grande dependência de importações.

Entretanto, uma aplicação do ácido fosfórico que chama bastante atenção é em refrigerantes de base cola.  A maioria dos refrigerantes no Brasil possui alto teor de ácido fosfórico, ficando com um pH > 3.
Ele é utilizado principalmente como acidulante da bebida, abaixando seu pH, regulando sua doçura, realçando o paladar e também atuando como conservante.


Visto que o ácido fosfórico é utilizado na fabricação de materiais de limpeza, surgiu um mito de que os refrigerantes à base de cola podem desentupir pias.
Mas, isso não é verdade, o ácido fosfórico está presente numa proporção de 0,6 g para cada litro de refrigerante, o que é uma quantidade muito pequena.
Além disso, ele não faz mal para o nosso organismo, porque o ácido fosfórico é essencial para o funcionamento das células de nosso corpo, sendo indiferente de onde ele provém.




Gostou desse conteúdo?

deixe seu like e comente suas dúvidas e sugestões!

#AditivosQuímicos

 



Atias Química Matriz

Rua da Consolação, 293 2º andar - Centro
CEP- 01301-000 São Paulo – SP

Central de Atendimento - (11)3122-3222

Acesse nosso site para saber mais – https://atias.com.br



Ácido cítrico - O que é? Para que serve?



Ácido cítrico - O que é? Para que serve?


Ácido cítrico ou citrato de hidrogénio é um ácido orgânico fraco, altamente solúvel em água, tratando-se de uma substância encontrada especialmente nos frutos cítricos como laranjas, limas e limões.


Apesar de ser encontrado em maiores concentrações nos cítricos, todos os frutos têm na sua composição este mesmo ácido, porém em quantidades inferiores.
O composto ácido cítrico é extraído, normalmente, das frutas cítricas pela facilidade e abundância presente nestes, onde o mesmo é transformado em pó ou em forma de granulado.


Para que serve o ácido cítrico e quais os seus benefícios?

Atualmente, o ácido cítrico é utilizado para muitos fins, seja em produtos de higiene, seja em limpezas pelo que se trata de um bom desinfetante quando adicionado em água – resultante da diminuição do pH –,  seja como em alguns produtos alimentares
Hoje também é utilizado como forma de suplementos alimentares dado que é capaz de beneficiar a saúde e bem estar dos consumidores.

·         Regulador de acidez dos alimentos

Utilizado em muitos produtos alimentícios, o ácido cítrico serve como regulador de acidez em alimentos, como por exemplo, sumos e doces, com o objetivo de acidular os mesmos, diminuindo o seu pH.

·         Conservante natural dos alimentos.

            Tratando-se de uma substância com a propriedade de acidular, o ácido cítrico previne o nascimento e desenvolvimento de batérias e microorganismos responsáveis pela degradação dos alimentos.
O ácido cítrico é também muito utilizado pela indústria em laticínios, de forma a prolongar a validade do produto para consumo, preservando-o em condições por um maior espaço de tempo.

·         Torna o sabor dos alimentos mais agradável.

O citrato tem a propriedade de realçar o sabor dos alimentos e ativar as papilas gustativas, tornando o alimento, em regra, mais apreciável.
Melhorando o sabor, o ácido cítrico também ajuda a diminuir alguns sabores mais amargos ou demasiado doces naturais dos alimentos.
Quando o uso do citrato se aplica em vegetais, este ajuda a enaltecer o sabor dos mesmos e prevenindo que estes se estragam, não permitindo o seu escurecimento e rápida degradação.

·         Fonte de vitaminas.

Consumir ácido cítrico trás grande benefício no que toca a vitaminas. Este é rico em vitamina C, grande aliado a fortalecer o sistema imunológico.

No geral, os frutos cítricos – frutos mais ricos em ácido cítrico – são também ricos em outras vitaminas como B1 e B2, o que promovem um funcionamento saudável do sistema digestivo.

·         Banho efervescente e seu uso na cosmética e medicina

            No mundo da cosmética a utilização de ácido cítrico é muito frequente, especialmente quando se tratando de produtos que necessitam de uma ação efervescente.
O ácido cítrico ao entrar em contato com bicarbonato de sódio, sofre uma reação, provocando um efeito efervescente, muito utilizado, principalmente, em banhos efervescentes.
No mundo da medicina, a utilização do ácido tem o mesmo objetivo, sendo utilizado em medicamentos que necessitam do efeito efervescente quando entram em contato com água.

·         Bom antioxidante natural e benefícios para a pele.

            Tal como muitos outros suplementos ou compostos químicos para fins alimentares o ácido cítrico é muito utilizado como um antioxidante na medicina, na produção de medicamentos.
O seu poder antioxidante, junto com o fato de se tratar de uma substância ácida, é ótimo para desintoxicar o organismo de gorduras obtidas pela ingestão de alimentos pouco saudáveis.
Como outras fontes antioxidantes, o ácido cítrico tem a capacidade de eliminar os radicais livres presentes no organismo, livrando-o de compostos tóxicos que se acumulam nas células do corpo.
O consumo de ácido cítrico é apreciado também quando o objetivo é obter uma pele mais saudável, hidratada e limpa. Tratando-se de um antioxidante, este tem uma boa capacidade de deixar a pele mais pura e renovada.
A grande utilização desta substância deve-se, muitas vezes, por ser uma substância ecológica e fácil de obter a partir dos alimentos.

Contraindicações e efeitos adversos.

Tal como qualquer alimento ou suplemento, fazer uma ingestão abusiva de ácido cítrico poderá significar alguns efeitos desagradáveis no organismo.
Por se tratar de uma substância presente na maioria das frutas e em especial nos cítricos, à que ter um cuidado especial. Alguns sintomas de sobredosagem de ácido cítrico são:
  • Problemas relacionados à flora intestinal como diarreia;
  • Náuseas ou vómitos;
  • Perda parcial ou total do apetite.
É importante lembrar que caso começa-se a sentir algum destes sintomas e se suspeitar que a causa possa estar numa sobredosagem de ácido cítrico, deve-se consultar um médico para analisar a situação.


Gostou desse conteúdo?
deixe seu like e comente suas dúvidas e sugestões!

#AditivosQuímicos

 



Atias Química Matriz

Rua da Consolação, 293 2º andar - Centro
CEP- 01301-000 São Paulo – SP

Central de Atendimento - (11)3122-3222

Acesse nosso site para saber mais – https://atias.com.br