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NIS Presencial.🍕🥗🥓

 



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Data - 19 e 20 de Outubro 2021📆


Local - Transamérica Expo Center✔


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Atias Química Matriz🔬🧪

Rua da Consolação, 293 2º andar – Centro

CEP- 01301-000 São Paulo – SP

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AÇÃO DOS SORBATOS NA CONSERVAÇÃO DOS ALIMENTOS.




AÇÃO DOS SORBATOS NA CONSERVAÇÃO DOS ALIMENTOS.


A principal causa da alteração biológica de alimentos e, consequentemente, o fator que limita a vida útil de muitos deles, são os microorganismos (bactérias, leveduras e bolores). Centenas de gêneros e espécies de microorganismos, provenientes do solo, da água, do ar, de utensílios, do trato intestinal do homem e de animais, podem contaminar os alimentos, promovendo alterações químicas que comprometem a sua qualidade.


Geralmente, a deterioração está associada a alterações sensoriais (aparência, odor, sabor e textura) resultantes da atividade metabólica dos microorganismos, que utilizam compostos dos alimentos como fonte de energia.


A deterioração microbiana é um dos maiores problemas enfrentados pela indústria de alimentos e tem implicações econômicas óbvias, tanto para os fabricantes como para os distribuidores e consumidores.


Muitas destas perdas e riscos podem ser evitados aplicando-se os métodos de conservação adequados, que incluem o emprego de alguns processos físicos e biológicos, como refrigeração, secagem, congelamento, aquecimento e irradiação. Contudo, esses procedimentos não podem ser aplicados em todas as situações e em todos os tipos de alimentos, porque podem alterar as propriedades gustativas dos produtos e, muitas vezes, são extremamente onerosos.


Nesses casos, é necessário o uso de conservantes, os quais devido a demanda crescente por alimentos de conveniência e shelf life razoavelmente longo exigido pelas cadeias de distribuição, tornam imperativo o seu uso em alimentos processados.


Os conservantes podem ser definidos como toda a substância que impede ou retarda a alteração dos alimentos provocada por microorganismos ou enzimas. Sua função é prevenir ou inibir o crescimento microbiano e evitar alterações químicas indesejáveis, mantendo a qualidade dos produtos e aumentando o seu tempo de vida útil, sendo usados principalmente para manter as características de sabor, consistência e aparência, bem como o valor nutricional dos alimentos.


Um dos conservantes mais utilizados no setor de alimentos processados é o sorbato, um sal ou éster do ácido sórbico, ou ânion dele derivado, que possui como principais campos de aplicação os cremes, margarinas, molhos, maioneses, queijos, produtos de pesca, produtos cárneos, embutidos, conservas, produtos derivados de frutas, produtos de panificação e confeitaria e produtos de baixa caloria.


Os sorbatos possuem ampla atividade antimicrobiana e se apresentam na forma de sorbato de potássio, um conservante suave que atua principalmente contra fungos e leveduras, sendo usado em uma variedade de aplicações, incluindo alimentos, vinhos, cuidados pessoais e, principalmente, em produtos lácteos e pão de centeio; sorbato de sódio, comercialmente produzido por diferentes processos químicos, embora também possa ser obtido naturalmente, sendo frequentemente usado para conservação de alimentos, como leite fermentado e iogurte; e sorbato de cálcio, comercialmente produzido através de diferentes métodos químicos e usado principalmente em produtos lácteos, cumprindo função semelhante a do ácido sórbico.


Como conservante, os sorbatos são únicos, tanto em relação a versatilidade, quanto ao largo espectro de microorganismos cujo crescimento inibem; a variedade de produtos alimentícios cujo frescor protegem; e o efeito quase nulo sobre o sabor de alimentos de pouco palato ou sabor bastante suave.


Um ponto de extrema importância, e por isso é um dos conservantes alimentícios mais utilizados, é que os sorbatos possuem a característica de não se acumularem no organismo, sendo metabolizados e absorvidos.


Os sorbatos são ácidos orgânicos de cadeia curta e pertencem ao grupo comumente conhecido como conservantes de ácidos fracos.


A atividade antimicrobiana dos sorbatos é influenciada por inúmeros parâmetros, incluindo fatores ambientais (condições de armazenamento); tipo de processo de conservação utilizado (tratamento térmico, resfriamento, irradiação); e fatores intrínsecos (componentes alimentares, flora microbiana, atividade de água, pH, presença de outros aditivos). Todos esses fatores podem atuar de maneira sinérgica, antagônica ou aditiva com os sorbatos.


Como a solubilidade, distribuição e partição dos sorbatos em um alimento dependem da composição do produto, a ação antimicrobiana também é influenciada por ele. Em comparação com outros conservantes, os sorbatos apresentam coeficiente de partição lipídico/hídrico mais favorável, razão pela qual são usados na preparação de maioneses e margarinas.


A presença de ácidos nos alimentos diminui a solubilidade dos sorbatos em água, mas melhora a capacidade antimicrobiana, aumentando a fração de ácido não dissolvido. Além disso, o tipo de ácido também interfere sobre o efeito antimicrobiano.


Os principais campos de aplicação dos sorbatos na área alimentícia são os cremes e margarinas, os molhos e maioneses, os queijos, os produtos de pesca, os produtos cárneos e embutidos, as conservas e verduras ácidas, os produtos derivados de frutas, os produtos de panificação e confeitaria e os produtos de baixa caloria (pela maior quantidade de água que eles costumam conter, há uma tendência natural em decompor-se mais facilmente).



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Eficiência Energética é caminho para competividade na Indústria de Alimentos e Bebidas.




Eficiência Energética é caminho para competividade na Indústria de Alimentos e Bebidas.


A atual conjuntura de um mercado cada vez mais globalizado e competitivo, reduzir custos operacionais e maximizar a produção soa como um mantra para a atividade industrial, que tem no uso da eletricidade um dos seus principais gastos financeiros, mas que representa um insumo essencial para o desenvolvimento com qualidade e segurança de seus produtos, seja para iluminar, refrigerar, esquentar, mover máquinas, equipamentos e uma enorme gama de processos realizados cotidianamente em todos os setores da economia.


Para tanto a aplicação de medidas de eficiência energética se mostram fundamentais à indústria, maior bloco de demanda energética, responsável por consumir 35,8% de toda energia gerada no país em 2017. O segmento tem buscado estimular o uso racional e a conservação da energia elétrica, numa premissa básica de se produzir mais gastando menos.


O momento desfavorável, com aumentos tarifários e uma situação hidrológica irregular para o ano, que impede uma geração de energia mais barata no país, evidencia ainda mais a necessidade de se investir em ações e soluções que busquem essa economia através da evolução tecnológica dos níveis de eficiência para processos e equipamentos.


O setor de Alimentos e Bebidas é tido como um dos grandes potenciais dentro da indústria para utilização da eficientização, principalmente pelos procedimentos para ar comprimido no envase de produtos, na necessidade de elevar a temperatura para pasteurização, no próprio aquecimento e cozimento do alimento, além dos motores elétricos, que movimentam esteira e máquinas, representando os custos mais elevados dentro do quadro de energia deste segmento.


Para ter uma ideia, o ramo alimentício é o segundo dentro da indústria em termos de demanda por eletricidade, tendo apresentado crescimento de 12,8% em abril, uma das principais frentes para a economia é a eliminação dos pontos críticos de perdas de energia e a identificação das principais alterações no processo produtivo que possibilitem uma melhoria da produtividade.


São soluções realizadas com o uso de acionamentos de velocidade variável, motores de alto rendimento, sistemas de bombeamento e de refrigeração eficientes, aquecimento solar, supervisão dedicada ao uso da eletricidade com controle da demanda, fator de potência, setorização de unidades e a modernização da iluminação a LED.


Tais medidas provocam melhorias diretas na redução de emissões de poluentes no local de trabalho e no meio ambiente, trazendo também benefícios em termos de imagem para as instituições, ganhos que podem proporcionar no seu conjunto acesso a novos mercados ou posição de destaque em mercados competitivos.


Sem dúvida a eficiência energética constituí um caminho muito interessante para a sustentabilidade na indústria de alimentos e bebidas brasileira, seja pelo viés econômico, seja por seu caráter ambiental.



Food ingredients South America 2019.



Evento mais completo da indústria de ingredientes alimentícios da América Latina, Food ingredients South America (FiSA) 2019.



Food ingredients South America (FiSA) chega a sua 23ª edição reforçando sua posição como principal encontro da indústria de ingredientes para alimentos e bebidas em toda América Latina.



A feira acontece no Transamerica Expo Center, de 20 a 22 de agosto de 2019, e apresenta três pavilhões de exposição, com expectativa de reunir mais de 9 mil visitantes, 400 congressistas e 700 marcas expositoras.




A Atias Química convida todos os seus clientes e parceiros para visitar nosso estande que estará preparado com toda nossa equipe para recebe-los de braços abertos.





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Polisorbato 80.



Polisorbato 80.


Tudo que é industrializado precisa de alguns ingredientes que são responsáveis por manter o sabor e fazer com que o produto não perca sua qualidade no tempo em que fica dentro do pacote. Um dos ingredientes que possuem essa função é o Polisorbato 80.

O ingrediente tem como principal função ser um estabilizante e também emulsificante para os produtos industrializados. Ele também é utilizado na indústria de cosméticos.

POLISORBATO 80 UTILIZADO COMO EMULSIFICANTE, ESTABILIZANTE E UMECTANTE DE PRODUTOS.


O polisorbato 80 é um produto químico categorizado como emulsificante, o que significa que sua aplicação tem como finalidade garantir a perfeita emulsão (ou seja, a mistura) de dois ou mais líquidos que, devido às características de suas propriedades, não poderiam se misturar de modo uniforme através unicamente de recursos naturais.


Utilizado para homogeneizar soluções que integram óleo e água, o polisorbato 80 é uma substância que possui propriedades estabilizantes, emulsificantes e umectantes. O resultado obtido através da aplicação do produto é uma mistura absolutamente uniforme e estável, evitando que, com o tempo, as substâncias se separem, prejudicando a qualidade do produto alimentício.


SEGMENTOS ONDE É APLICADO O EMULSIFICANTE POLISORBATO 80


As principais aplicações do emulsificante polisorbato 80 são voltadas para as produções dos setores de:

Cosméticos;
Alimentos.


O setor de cosméticos recorre à aplicação do emulsificante para promover a estabilidade ou homogeneidade de produtos como cremes, loções e shampoos.


Na produção alimentícia, o polisorbato 80 pode ser utilizado para alcançar o mesmo efeito de homogeneização em produtos como sorvetes, por exemplo, que, com a adição do produto químico, tornam-se mais cremosos e apresentam maior resistência ao derretimento.


Outra aplicação do polisorbato 80 é realizada na indústria da panificação - empreendimentos desse setor empregam o produto para elevar a qualidade da farinha.


DISTRIBUIÇÃO DE POLISORBATO 80 PARA O SEGMENTO DA NUTRIÇÃO ANIMAL


Atuante como importadora e distribuidora de produtos químicos diversos comercializa produtos para indústrias de segmentos variados em todo o Brasil. Um segmento em constante expansão e que é um dos focos da equipe da distribuidora é o segmento da nutrição animal.


A distribuidora oferece a esse segmento diversos produtos químicos, entre os quais está o polisorbato 80, devido à sua capacidade de conferir estabilidade para diversos tipos de produtos alimentícios.


Também servem como aditivos para as produções realizadas por diversos empreendimentos que produzem e comercializam alimentos para animais as necessidades de fabricantes de ração para gatos, cães, aves, bovinos, caprinos, equinos, ovinos, peixes e crustáceos.

Entre os produtos comercializados está o emulsificante polisorbato 80. Considerando que polisorbato são substâncias estabilizantes, umectantes e emulsificantes, utilizados para homogeneizar soluções de água e óleo, os emulsificantes realizam a mistura - emulsão - de dois ou mais líquidos, que naturalmente não se misturarem.


O emulsificante polisorbato 80 pode ser utilizado em:

Cosméticos para promover homogeneidade/estabilidade em shampoos, cremes e loções;
Alimentos como sorvetes, para torná-los mais cremosos e mais resistentes a derretimento.
Molhos e cremes;

Além disso, o emulsificante polisorbato 80 pode ser usado como melhorador de farinha, na indústria de panificação.

Em resumo, o emulsificante polisorbato 80 é bastante utilizado na indústria de alimentos, com o mesmo fim estabilizador de emulsões e cremes.




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Aditivo e coadjuvante.




Aditivo e coadjuvante.

Diferença entre aditivo e coadjuvante de tecnologia. De acordo com a legislação os conceitos de aditivo alimentar e de coadjuvante de tecnologia de fabricação são:


Aditivo Alimentar: é qualquer ingrediente adicionado intencionalmente aos alimentos, sem propósito de nutrir, com objetivo de modificar as características físicas, químicas, biológicas ou acondicionamento, armazenagem, transporte ou manipulação de um alimento.


Ao agregar-se poderá resultar em que o próprio aditivo ou seus derivados se convertam em um componente de tal alimento. Esta definição não inclui os contaminantes ou substâncias nutritivas que sejam incorporadas ao alimento para manter ou melhorar suas propriedades nutricionais.


Coadjuvante de Tecnologia de Fabricação: é toda substância, excluindo os equipamentos e os utensílios na elaboração e/ou conservação de um produto, que não se consome por si só como ingrediente alimentar e que se emprega intencionalmente na elaboração de matérias-primas, alimentos, ou seus ingredientes, para obter uma finalidade tecnológica durante o tratamento ou elaboração.


Deverá ser eliminada do alimento ou inativada, podendo admitir-se no produto final a presença de traços da substância ou seus derivados. Portanto, a diferença fundamental entre aditivo alimentar e coadjuvante de tecnologia é que o coadjuvante não pode permanecer como componente do alimento deve ser eliminado ou inativado, podendo permanecer apenas traços da substância no alimento a ser consumido.


Entende-se por coadjuvante de tecnologia toda substância que não se consome por si só como ingrediente alimentar, mas que se emprega intencionalmente na elaboração de matérias-primas, alimentos ou ingredientes para obter uma finalidade tecnológica durante o tratamento ou fabricação. Corantes .

A função dos corantes é "colorir" os alimentos, fazendo com que os produtos industrializados tenham uma aparência mais parecida com os produtos naturais e mais agradáveis, portanto, aos olhos do consumidor. Eles são extremamente comuns, já que a cor e a aparência tem um papel importantíssimo na aceitação dos produtos pelo consumidor, sendo por esse motivo exclusivamente comercial a justificativa de seu uso.

A cor de alimentos processados pode resultar da presença de compostos coloridos já existentes no produto natural, da adição de corantes e/ou da formação de substâncias coloridas durante o processamento.


A manutenção da cor original de um produto processado ou armazenado é muitas vezes difícil devido às possibilidades de reações que os vários tipos de pigmentos naturais apresentam.


Como consequência, a adição de corantes artificiais estáveis tornou-se uma prática corrente, que garante a manutenção de cores aceitáveis, ou mais chamativas, de acordo com o gosto do consumidor local.


Uma gelatina de morango, por exemplo, que fosse transparente não faria sucesso. Um refrigerante sabor laranja sem corantes ficaria com a aparência de água pura com gás, o que faria que parecesse mais artificial, dificultando sua aceitação.


É inegável que uma bebida com sabor de laranja e com cor de laranjada é muito mais agradável de se beber do que uma bebida incolor com gosto de laranja. Os corantes naturais são extraídos de matérias-primas como frutos ou vegetais.


É o caso do betacaroteno (uma forma de vitamina A) e dos corantes de beterraba e clorofila. Porém nem sempre se usa matérias primas naturais, quando não se consegue cores específicas são produzidos em laboratório, em sua maioria são tonalidades em vermelho e amarelo. São sempre representados com a letra C, nos rótulos, abaixo exemplos de corantes.


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