Feliz Natal.



Feliz Natal.

 

A Atias Química Deseja a Todos Um Feliz Natal.


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Como é determinado o prazo de validade de um produto?



Como é determinado o prazo de validade de um produto?

 

Para saber até quando um produto mantém boas condições de consumo, é feita uma análise em laboratório, com pequenas amostras, para avaliar sob que condições e em que velocidade ele se deteriora.

 

Com base nessa avaliação, chamada de teste de vida de prateleira, é que se determina o prazo de validade de alimentos – remédios e pneus de carro passam por outros testes.

 

A data de validade é um guia não só para quem consome. Saber até quando o produto está em condições de ser vendido é bom para fabricantes – que evitam ter a imagem manchada por danos causados aos consumidores finais dos seus produtos – e para os distribuidores – que conseguem planejar o ritmo de entrega para as lojas.

 

Prova de resistência.

 

Testar a validade em laboratório é tão caro que a maioria dos fabricantes só copia o prazo dos concorrentes.

 

Nem todo fabricante encara o teste. Não é que tenham medo de ter o produto reprovado, mas é porque a avaliação é cara – cerca de 30 mil reais, em testes de alimentos.

Em vez de gastar a bolada, as empresas arriscam e estampam prazos de validade parecidos com os da concorrência.

 

Como é feito o teste?

Amostras dos produtos vão para câmaras que aceleram sua degradação. Em alguns testes o produto é submetido a 10 ºC acima da temperatura média do lugar mais quente em que ele é comercializado. Outro teste é fazer a temperatura oscilar entre quente e frio várias vezes.

 

Perda Total.

 

O fim do teste se dá quando algumas amostras estão muito fora do padrão de cor, sabor e textura. Por meio de análises químicas, é possível estimar o tempo que a degradação – acelerada pelo teste – levaria para aparecer em condições normais.

 

Aprovação Pública.

 

Se o teste apontar o período máximo para consumo em três meses e 20 dias, o prazo de validade estampado na embalagem cai para três meses. Isso ajuda a garantir que a qualidade do produto não diminuirá antes do prazo ideal para consumo

 

Vale Tudo?

 

Validade pode variar de muitos anos a poucos dias:

 

Pneu – 5 anos;

 

Milho em lata – 3 anos;

 

Aspirina – 2 anos;

 

Leite longa vida – 6 meses;

 

Ovo – 1 mês;

 

Frios – 3 dias.

 

• Degustadores e consumidores também avaliam o produto comparando itens recém-processados com itens embalados há mais tempo.


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#ValidadedoProduto

 




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Confraternização Atias Química 2018.


Finalizando mais um ano de parceria entre os colaboradores e diretoria da Atias Quimica, onde o que conta e prevalece é a amizade e o profissionalismo tornando assim uma empresa solida em uma grande familia. Para todos um feliz e prospero Ano Novo com mais Amor, fé e esperança.


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#IngredientesAlimentícios
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As Funções dos Aditivos Químicos.




As Funções dos Aditivos Químicos.

É considerado um Aditivo Químico todo e qualquer ingrediente adicionado intencionalmente aos alimentos sem propósito de nutrir, com o objetivo de modificar as características físicas, químicas, biológicas ou sensoriais, durante a fabricação, processamento, preparação, tratamento, embalagem, acondicionamento, armazenagem, transporte ou manipulação (Portaria SVS/MS 540, de 27/10/97).
Os aditivos químicos são divididos em categorias, o que não exclui que o mesmo aditivo tenha uma funcionalidade diferente em cada aplicação, o que irá determinar essa funcionalidade é o meio em que ele é aplicado.

Funções das principais categorias de aditivos Químicos.

Aromatizantes: Conferem e realçam ou intensificam o sabor e o odor dos alimentos.
Antioxidantes: Impedem a deterioração e rancidez de alimentos que contém óleos e gorduras. Retardam o aparecimento de alterações oxidativas.
Antiumectantes: Reduzem a absorção de umidade pelos alimentos.
Acidulantes: Recurso na melhoria do sabor, destaca a acidez, pode ter características de conservante.
Conservantes: Retardam o processo de deterioração dos alimentos.
Protegem contra a ação de fungos e bactérias, aumentando sua via útil.
Corantes: Conferem ou ressaltam a cor nos alimentos. Podem ser naturais ou artificiais.
Espessantes: Aumentar a viscosidade das soluções, emulsões e suspensões.
Edulcorantes:Produtos capazes de adoçar um alimento em substituição ou em adição ao açúcar naturalmente presente ou adicionado a esse alimento.
Estabilizantes: Asseguram as características físicas e químicas das emulsões e suspensõesestabilizam a cor.
Emulsificantes: Permite a mistura de duas ou mais substâncias que não se misturam.
Regulador de acidez: Alteram ou controlam a acidez ou alcalinidade dos alimentos.

 

 


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#AditivosQuímicos

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O que é um aditivo alimentar?


O que é um aditivo alimentar?

 

Todo e qualquer ingrediente adicionado intencionalmente aos alimentos sem propósito de nutrir, com o objetivo de modificar as características físicas, químicas, biológicas ou sensoriais, durante a fabricação, processamento, preparação, tratamento, embalagem, acondicionamento, armazenagem, transporte ou manipulação (Portaria SVS/MS 540, de 27/10/97).
O uso do aditivo alimentar é regulamentado pela ANVISA  e somente poderá ser utilizado quando estiver definido em legislação específica.
O que não constar na legislação, não terá permissão para ser utilizado em alimentos. (Regulamento Técnico específico para categoria de alimentos).
É considerado um ADITIVO BPF (Boas Práticas de Fabricação) aquele que possui Ingestão Diária Aceitável (IDA) não especificado.
O uso do aditivo está limitado à quantidade necessária para obter o efeito tecnológico necessário.

Os aditivos se dividem nas seguintes categorias:

  • Aromatizante
  • Antioxidante
  • Antiumectante
  • Acidulante
  • Conservante
  • Corante
  • Espessante
  • Edulcorante
  • Estabilizante
  • Emulsificante
  • Gaseificante
  • Intensificador de sabor
  • Umectante
  • Regulador de acidez
  • Sequestrante
É sabido que o mesmo aditivo poderá exercer diferentes funções, o que irá determinar essa funcionalidade a aplicação conjunta com outros aditivos.

 


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#AditivoAlimentar

 




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O que são gordura trans?




O que são gordura trans?

 

Gorduras trans (ou ácidos graxos trans) são formadas quando se adiciona hidrogênio ao óleo vegetal, num processamento conhecido como “hidrogenação”.
São encontradas nas margarinas, cremes vegetais, biscoitos, snacks (salgadinhos prontos), produtos de panificação e, alimentos fritos e lanches salgados que utilizam gorduras hidrogenadas.
As gorduras trans são um tipo específico de gordura formada por um processo de hidrogenação natural(ocorrido no rúmen de animais) ou industrial. Estão presentes principalment
e nos alimentos industrializados. Os alimentos de origem animal como a carne e o leite possuem pequenas quantidades dessas gorduras.
Se o assunto lhe interessa, leia as questões abaixo:

1) Para que servem as gorduras trans?

As gorduras trans formadas durante o processo de hidrogenação industrial que transforma óleos vegetais líquidos em gordura sólida à temperatura ambiente são utilizadas para melhorar a consistência dos alimentos e também aumentar a vida de prateleira de alguns produtos.

2) Esse tipo de gordura faz mal para a saúde?

Sim. O consumo excessivo de alimentos ricos em gorduras trans pode causar:
a) Aumento do colesterol total e ainda do colesterol ruim – LDL-colesterol.
b) Redução dos níveis de colesterol bom – HDL-colesterol.
É importante lembrar que não há informação disponível que mostre benefícios a saúde a partir do consumo de gordura trans.

3) Gordura hidrogenada é o mesmo que gordura trans?

Não. O nome gordura trans vem da ligação química que a gordura apresenta, e ela pode estar presente em produtos industrializados ou produtos in natura, como carnes e leites. A gordura hidrogenada é o tipo específico de gordura trans produzido na indústria.

4) Quais alimentos são ricos em gordura trans?

A maior preocupação deve ser com os alimentos industrializados – como sorvetes, batatas-fritas, salgadinhos de pacote, pastelarias, bolos, biscoitos, entre outros; bem como as gorduras hidrogenadas e margarinas, e os alimentos preparados com estes ingredientes.

5) Como é possível controlar o consumo da gordura trans?

A leitura dos rótulos dos alimentos permite verificar quais alimentos são ou não ricos em gorduras trans. A partir disso, é possível fazer escolhas mais saudáveis, dando preferência àqueles que tenham menor teor dessas gorduras, ou que não as contenham. As indústrias têm até julho de 2006 para adequarem os rótulos de seus produtos.

6) Como deve ser declarado o valor de gorduras trans nos rótulos dos alimentos?

O valor deve ser declarado em gramas presentes por porção do alimento, conforme tabela. A porcentagem do Valor Diário de ingestão (%VD) de gorduras trans não é declarada porque não existe requerimento para a ingestão destas gorduras. Ou seja, não existe um valor que deva ser ingerido diariamente. A recomendação é que seja consumido o mínimo possível.

7) Como posso saber se o alimento é rico em gordura trans?

Para saber se o alimento é rico em gordura trans basta olhar a quantidade por porção dessa substância. Não se deve consumir mais de 2 gramas de gordura trans por dia.
É importante também verificar a lista de ingredientes do alimento. Através dela é possível identificar a adição de gorduras hidrogenadas durante o processo de fabricação do alimento.
Perguntas e respostas – www.anvisa.gov.br – Fonte: anvisa 

 


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#GorduraTrans

 




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