Polisorbato 80.



Polisorbato 80.


Tudo que é industrializado precisa de alguns ingredientes que são responsáveis por manter o sabor e fazer com que o produto não perca sua qualidade no tempo em que fica dentro do pacote. Um dos ingredientes que possuem essa função é o Polisorbato 80.

O ingrediente tem como principal função ser um estabilizante e também emulsificante para os produtos industrializados. Ele também é utilizado na indústria de cosméticos.

POLISORBATO 80 UTILIZADO COMO EMULSIFICANTE, ESTABILIZANTE E UMECTANTE DE PRODUTOS.


O polisorbato 80 é um produto químico categorizado como emulsificante, o que significa que sua aplicação tem como finalidade garantir a perfeita emulsão (ou seja, a mistura) de dois ou mais líquidos que, devido às características de suas propriedades, não poderiam se misturar de modo uniforme através unicamente de recursos naturais.


Utilizado para homogeneizar soluções que integram óleo e água, o polisorbato 80 é uma substância que possui propriedades estabilizantes, emulsificantes e umectantes. O resultado obtido através da aplicação do produto é uma mistura absolutamente uniforme e estável, evitando que, com o tempo, as substâncias se separem, prejudicando a qualidade do produto alimentício.


SEGMENTOS ONDE É APLICADO O EMULSIFICANTE POLISORBATO 80


As principais aplicações do emulsificante polisorbato 80 são voltadas para as produções dos setores de:

Cosméticos;
Alimentos.


O setor de cosméticos recorre à aplicação do emulsificante para promover a estabilidade ou homogeneidade de produtos como cremes, loções e shampoos.


Na produção alimentícia, o polisorbato 80 pode ser utilizado para alcançar o mesmo efeito de homogeneização em produtos como sorvetes, por exemplo, que, com a adição do produto químico, tornam-se mais cremosos e apresentam maior resistência ao derretimento.


Outra aplicação do polisorbato 80 é realizada na indústria da panificação - empreendimentos desse setor empregam o produto para elevar a qualidade da farinha.


DISTRIBUIÇÃO DE POLISORBATO 80 PARA O SEGMENTO DA NUTRIÇÃO ANIMAL


Atuante como importadora e distribuidora de produtos químicos diversos comercializa produtos para indústrias de segmentos variados em todo o Brasil. Um segmento em constante expansão e que é um dos focos da equipe da distribuidora é o segmento da nutrição animal.


A distribuidora oferece a esse segmento diversos produtos químicos, entre os quais está o polisorbato 80, devido à sua capacidade de conferir estabilidade para diversos tipos de produtos alimentícios.


Também servem como aditivos para as produções realizadas por diversos empreendimentos que produzem e comercializam alimentos para animais as necessidades de fabricantes de ração para gatos, cães, aves, bovinos, caprinos, equinos, ovinos, peixes e crustáceos.

Entre os produtos comercializados está o emulsificante polisorbato 80. Considerando que polisorbato são substâncias estabilizantes, umectantes e emulsificantes, utilizados para homogeneizar soluções de água e óleo, os emulsificantes realizam a mistura - emulsão - de dois ou mais líquidos, que naturalmente não se misturarem.


O emulsificante polisorbato 80 pode ser utilizado em:

Cosméticos para promover homogeneidade/estabilidade em shampoos, cremes e loções;
Alimentos como sorvetes, para torná-los mais cremosos e mais resistentes a derretimento.
Molhos e cremes;

Além disso, o emulsificante polisorbato 80 pode ser usado como melhorador de farinha, na indústria de panificação.

Em resumo, o emulsificante polisorbato 80 é bastante utilizado na indústria de alimentos, com o mesmo fim estabilizador de emulsões e cremes.




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Aditivo e coadjuvante.




Aditivo e coadjuvante.

Diferença entre aditivo e coadjuvante de tecnologia. De acordo com a legislação os conceitos de aditivo alimentar e de coadjuvante de tecnologia de fabricação são:


Aditivo Alimentar: é qualquer ingrediente adicionado intencionalmente aos alimentos, sem propósito de nutrir, com objetivo de modificar as características físicas, químicas, biológicas ou acondicionamento, armazenagem, transporte ou manipulação de um alimento.


Ao agregar-se poderá resultar em que o próprio aditivo ou seus derivados se convertam em um componente de tal alimento. Esta definição não inclui os contaminantes ou substâncias nutritivas que sejam incorporadas ao alimento para manter ou melhorar suas propriedades nutricionais.


Coadjuvante de Tecnologia de Fabricação: é toda substância, excluindo os equipamentos e os utensílios na elaboração e/ou conservação de um produto, que não se consome por si só como ingrediente alimentar e que se emprega intencionalmente na elaboração de matérias-primas, alimentos, ou seus ingredientes, para obter uma finalidade tecnológica durante o tratamento ou elaboração.


Deverá ser eliminada do alimento ou inativada, podendo admitir-se no produto final a presença de traços da substância ou seus derivados. Portanto, a diferença fundamental entre aditivo alimentar e coadjuvante de tecnologia é que o coadjuvante não pode permanecer como componente do alimento deve ser eliminado ou inativado, podendo permanecer apenas traços da substância no alimento a ser consumido.


Entende-se por coadjuvante de tecnologia toda substância que não se consome por si só como ingrediente alimentar, mas que se emprega intencionalmente na elaboração de matérias-primas, alimentos ou ingredientes para obter uma finalidade tecnológica durante o tratamento ou fabricação. Corantes .

A função dos corantes é "colorir" os alimentos, fazendo com que os produtos industrializados tenham uma aparência mais parecida com os produtos naturais e mais agradáveis, portanto, aos olhos do consumidor. Eles são extremamente comuns, já que a cor e a aparência tem um papel importantíssimo na aceitação dos produtos pelo consumidor, sendo por esse motivo exclusivamente comercial a justificativa de seu uso.

A cor de alimentos processados pode resultar da presença de compostos coloridos já existentes no produto natural, da adição de corantes e/ou da formação de substâncias coloridas durante o processamento.


A manutenção da cor original de um produto processado ou armazenado é muitas vezes difícil devido às possibilidades de reações que os vários tipos de pigmentos naturais apresentam.


Como consequência, a adição de corantes artificiais estáveis tornou-se uma prática corrente, que garante a manutenção de cores aceitáveis, ou mais chamativas, de acordo com o gosto do consumidor local.


Uma gelatina de morango, por exemplo, que fosse transparente não faria sucesso. Um refrigerante sabor laranja sem corantes ficaria com a aparência de água pura com gás, o que faria que parecesse mais artificial, dificultando sua aceitação.


É inegável que uma bebida com sabor de laranja e com cor de laranjada é muito mais agradável de se beber do que uma bebida incolor com gosto de laranja. Os corantes naturais são extraídos de matérias-primas como frutos ou vegetais.


É o caso do betacaroteno (uma forma de vitamina A) e dos corantes de beterraba e clorofila. Porém nem sempre se usa matérias primas naturais, quando não se consegue cores específicas são produzidos em laboratório, em sua maioria são tonalidades em vermelho e amarelo. São sempre representados com a letra C, nos rótulos, abaixo exemplos de corantes.


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Goma Xantana.




Goma Xantana.

A goma xantana é um polissacarídeo (tipo de carboidrato) com muitos usos industriais, inclusive como um popular aditivo alimentar. É um agente espessante eficaz, assim como um estabilizante, capaz evitar que ingredientes se separem.


Esta goma é uma fibra solúvel altamente viscosa produzida a partir de diferentes açúcares simples usando um processo de fermentação e deriva seu nome das bactérias utilizadas neste processo: a bactéria Xanthomonas campestris. Esta é a mesma bactéria responsável por causar a “podridão negra” no brócolis, couve-flor e outros vegetais folhosos.


Goma xantana tornou-se popular nos círculos de pessoas que seguem dietas “sem glúten”. Ajuda a dar à massa uma consistência pegajosa, típica de receitas com glúten.


Como é produzida a goma xantana?


A goma xantana é criada a partir da fermentação de açúcares simples. Uma substância viscosa e pegajosa é formada, que depois é seca e moída, virando o pó comercialmente vendido como goma xantana. O açúcar simples utilizado na produção de goma xantana pode ser derivado de uma variedade de fontes, como milho (o mais comum), trigo ou soja


Os passos da produção de goma xantana:

Bactérias Xanthomonas campestris são alimentadas com açúcares simples, tais como glicose e frutose; as bactérias consomem quase todo o açúcar como alimento, mas parte dele é utilizada para outros propósitos
Dentro da bactéria, proteínas especializadas chamadas de “enzimas” transformam os açúcares simples em cadeias complexas
As cadeias complexas de açúcar são escoadas para a superfície da bactéria para formar um revestimento protetor pegajoso e viscoso
A adição de álcool isopropílico faz com que as cadeias complexas no revestimento viscoso se precipitem da solução: elas são assim separadas das bactérias
Essa precipitação, que é basicamente goma xantana, pode ser coletada via centrifugação
Ao final, a goma xantana purificada é seca e moída para virar um pó que pode ser utillizado em alimentos, bebidas, brinquedos (slime/geleca) e muitas outras aplicações.

Para que serve a goma xantana?

A goma xantana é um dos 30 ingredientes mais populares usados em produtos alimentícios. Você vai encontrá-la em molhos para saladas, molhos em geral, sorvetes e também alimentos sem glúten


A goma xantana é um emulsionante. Ajuda os ingredientes a misturarem-se de forma mais eficaz e a manterem-se misturados enquanto esperam para serem comprados em uma prateleira de supermercado. Por exemplo, em misturas de água, óleo e especiarias em um molho de salada.


A goma xantana também é usada como um espessante. Adicione um pouco à água e ela fica mais viscosa. Muitos molhos para salada sem gordura mantêm e viscosidade oleosa usando espessantes como goma xantana. Em recheios de pastelaria (bolos e pães), evita que a água escorra e umedeça demais a massa, protegendo assim a frescura da crosta.


A goma xantana é utilizada também em sorvetes para evitar a formação de cristais de gelo e manter o produto com aparência suavizada/lisa.


Goma xantana tornou-se popular nos círculos de pessoas que seguem dietas “sem glúten”. Ajuda a dar à massa a elasticidade e maciez típica de pães e bolos com glúten.


É muito comum encontrar goma xantana nos seguintes alimentos processados:


Molhos para salada
Produtos de panificação: bolos e pães
Sucos de fruta
Sopas
Sorvetes
Molhos
Xaropes
Produtos sem glúten
Alimentos com gordura reduzida (“fat-free”)


Goma xantana faz mal à saúde?

A goma xantana foi aprovada para uso em alimentos em 1968 e é aceita como um aditivo alimentar seguro nos EUA, Canadá, Europa e em muitos outros países.


A goma xantana pode ser derivada de uma variedade de fontes, como milho, trigo ou soja. Pessoas com alergia a um desses grãos precisam evitar alimentos com goma xantana, ou determinar a partir de qual grão a goma xantana foi produzida.


Assim, a goma xantana é perfeitamente segura desde que você não tenha alergia a um dos itens acima. Todavia, não é um produto comumente utilizado em casa no preparo de molhos ou recheios de tortas.


Com exceção de alguns produtos feitos para celíacos, quando você vê goma xantana rotulada em produtos no supermercado, pode-se deduzir que estará comprando um produto processado. Neste caso, as consequências para a saúde / nutrição são mínimas, mas verifique quais outros aditivos foram também adicionados ao produto.


Quais os benefícios da goma xantana?


Nutricionalmente, a goma xantana é um carboidrato com 7 gramas de fibra por colher de sopa.
A goma xantana é possivelmente eficaz nos seguintes casos:
Prisão de ventre: em vários estudos, a goma xantana em doses de 10-15 g / dia aumentou a frequência e volume de fezes
Níveis de colesterol: em alguns estudos, a goma xantana em doses de cerca de 10 g / dia reduziu os níveis de colesterol total em cerca de 10%
As pessoas usam xantana para diferentes fins, incluindo tentar tratar a diabetes, mas são necessários mais estudos para confirmar a eficácia.
Goma xantana é usada por celíacos e pessoas que desejam evitar o consumo de glúten. Normalmente substitui o glúten em bolos e pães



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Anvisa proíbe aditivos alimentares contendo alumínio.




Anvisa proíbe aditivos alimentares contendo alumínio.


A Anvisa publicou, nesta quarta-feira (22/5), a RDC nº 285/2019, que proíbe o uso de aditivos alimentares contendo alumínio. O tema foi apresentado durante a 12ª Reunião da Diretoria Colegiada (Dicol), que foi unânime na aprovação da proposta.


A medida foi elaborada pela Gerência Geral de Alimentos (GGALI), que considerou recomendações internacionais sobre os riscos do uso de aditivos alimentares contendo alumínio, do Comitê Conjunto de Especialistas da FAO/OMS sobre Aditivos Alimentares.


De acordo com alertas do órgão internacional responsável pela avaliação toxicológica de aditivos alimentares e contaminantes em alimentos, o alumínio pode se acumular no corpo humano e causar danos aos sistemas reprodutivo e nervoso.


Por isso o objetivo da intervenção regulatória é reduzir os riscos à saúde decorrentes do consumo de alimentos adicionados de aditivos alimentares contendo alumínio.


A resolução estabelece prazo de 12 meses para que as empresas se adequem às regras.


Consumo dentro de limites aceitáveis


O alumínio é uma substância que ocorre naturalmente no ambiente e sua presença nos alimentos pode ser decorrente dessa ocorrência natural, pela migração de materiais em contato com o alimento e pela adição de aditivos alimentares na formulação dos produtos.


No entanto, os malefícios à saúde causados pelo alumínio estão associados com consumo superior à Ingestão Semanal Tolerável Provisória (ISTP), de 2 mg/kg de peso corporal.


Para restringir o consumo de alumínio ao estritamente necessário, foram revogadas as autorizações para uso de cinco aditivos alimentares contendo alumínio que tinham seu uso harmonizado no Mercosul para 14 categorias de alimentos, além de outras nove categorias no Brasil.


Alguns exemplos de alimentos diretamente afetados pelas novas regras e que deixarão de conter aditivos alimentares à base de alumínio são os corantes de superfície de confeitos, queijos processados ou fundidos, sopas, fermento químico presente em farinhas, massas para pastéis e pizza, além de pães e biscoitos, entre vários outros.



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O que a indústria de alimentos ainda precisa entender sobre a indústria 4.0.




O que a indústria de alimentos ainda precisa entender sobre a indústria 4.0.

O conceito da indústria 4.0 traz consigo uma essência que promete causar um grande impacto nos processos industriais de todos os tipo. Uma nova perspectiva em como analisamos o grande volume de dados.

E mais importante: Como usamos essas informações para melhorar cada vez mais toda a cadeia produtiva, gerando menos desperdícios, melhor aproveitamento dos insumos, otimização de custos, entre outros benefícios que analisaremos aqui.

Em poucos anos será impossível produzir uma caneta sem algumas das ferramentas caracterizadas pela Indústria 4.0, assim como hoje é impossível produzir uma caneta sem consumir energia elétrica.

Porém, convenhamos, muito se fala e pouco se faz!

Assim como qualquer tema que acaba gerando um grande barulho e interesse pelo mercado, muito da essência do tema da indústria 4.0 acaba se perdendo em meio a várias interpretações sobre o assunto.

A consequência?

Fornecedores caracterizando e vendendo ferramentas de automação como, Sistema MES (Manufacturing Execution System), ou até mesmo ferramentas comuns que possibilitam a criação de painéis de controle, como se fossem soluções da indústria 4.0.

Esse tipo de acontecimento acaba enfraquecendo um conceito que pode sim trazer grandes melhorias e infinitas possibilidades para indústria.

Ter o conhecimento pleno de todo o processo industrial!

Sendo assim;

Algumas indústrias que já adotaram o conceito de Lean Manufacturing em seus processos já estão a um passo à frente, principalmente pelo fato de já estarem em condições de implementar a tecnologia e a mentalidade que a indústria 4.0 demanda.

Mas o caminho ainda é longo é há muito o que percorrer para termos resultados palpáveis.

É seguro dizer que para termos uma real implementação do conceito da indústria 4.0 é preciso ter domínio em assuntos como:

Economia Circular;
Química Verde;
Tecnologia da Informação;
Automação;
Biotecnologia;
Além de pessoas capacitadas e aptas a tomar decisões. Elas atuarão como um elo de todas as ferramentas.

Para garantir a melhor performance, é necessário reduzir ou eliminar os desperdícios e a superprodução.

Ou seja, evitar:

Produzir mais do que pode vender ou antes do tempo correto;
O tempo de espera de produtos para a próxima etapa do processo;
Movimentações desnecessárias de trabalhadores e produtos;
Adição desnecessária de etapas de processos ou níveis de qualidade;
Processamento de produtos com defeitos;
Estocagem de materiais em excesso;

É através da análises desse elementos que começamos a ter uma visão mais clara sobre quais informações devemos realmente prestar atenção, quais indicadores acompanhar e que resultados esperar disso tudo.

Assim a indústria 4.0 começa a ganhar corpo unindo tecnologias e processos de maneira otimizada e eficiente.

Mas e a indústria 4.0 na indústria alimentícia?

No caso da indústria alimentícia, nos deparamos com outro nível de desafio para a implementação da indústria 4.0.

Isso se deve ao fato de;

Além de um órgão governamental inserido em várias etapas da cadeia de produção, garantindo que os produtos finais atendam aos padrões de qualidade mínimos para o bem estar dos consumidores.

Trabalharmos com o monitoramento de microrganismos, elementos químicos, mecânicos e fluidodinâmicos, ou seja, variáveis que exigem um controle mais complexo.

Hoje, as análises dessas variáveis são feitas através de amostragens e por muitas vezes não serem representativas, trazem consigo uma grande margem para erros de leitura e como consequência levam à decisões precipitadas.

Grandes volumes, tempo demorado de resposta das análises e o batalhão de pessoas coletando esses dados,  acabam retirando o potencial de correlação de informações que todo o processo poderia ter!

Para você ter uma ideia;

Em um abatedouro de frango em média são mais de 800 variáveis;

Menos de 20% são coletadas automaticamente;

Entre 20 e 30% são coletados manualmente;

A grande maioria são observados, mas não monitorados. São pontos que dificilmente são correlacionados e estudados em uma análise estatística profunda.

Ou seja,

Em diversos processos, acabamos perdendo diversos insights e informações que poderiam resultar em uma produção cada vez mais otimizada.

No fim, o pilar que sustenta o que a indústria 4.0 promete é  a inovação inserida em um grande ecossistema. 

Que dentro desse contexto conecta todas as variáveis e os protagonistas certos para começar a usar conceitos nunca imaginados até então para a coleta e uso desse nível de informação.

Logo;

Com toda a automação em parceria com esse nível de inteligência e uso de dados nos ajudará na identificação de tendências e padrões, na tomada de decisão e na melhoria de resultados, sejam eles financeiros, de produtividade, eficiência ou de qualidade.

E podemos enxergar essas melhorias em diversas frentes da indústria.

Por fim;

A indústria 4.0 é um conceito que, aplicado de forma correta e consciente, pode gerar diversos benefícios para todo o mercado.

Tudo isso por causa da capacidade de análise e correlação de grandes volumes de dados.  Que como consequência acabam gerando insumos para decisões e automações que otimizam o desenvolvimento e a produção de produtos melhores.



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